Fundações, contenções, estabilidade de taludes e aterros sobre solos moles projetados por quem conhece a origem dos dados — porque bons projetos geotécnicos nascem da integração entre investigação, ensaios, parâmetros e experiência de engenharia.
Dimensionamento de fundações superficiais e profundas a partir da investigação geotécnica, com verificação de capacidade de carga, recalques e plano de controle executivo.
Revisão independente de projeto de fundações à luz da NBR 6122: suficiência da investigação, métodos, parâmetros e estados-limite, com apontamentos classificados.
Parede diafragma, cortina de estacas, solo reforçado com geossintéticos, solo grampeado, gabião e muro de arrimo em concreto armado — a tipologia escolhida pelo subsolo.
Concepção de aterros em solos compressíveis: recalques, etapas de construção, drenos, sobrecarga temporária e técnicas de melhoramento, com verificação por instrumentação.
Análise de taludes naturais e escavados com parâmetros de ensaio, busca da superfície crítica, cenários de água e definição da intervenção necessária.
Processo de verificação ao longo do desenvolvimento: dados de entrada, consistência de cálculo, compatibilização entre disciplinas, atendimento normativo e construtibilidade.
Confirmação em obra das hipóteses do projeto geotécnico, tratamento de desvios, ensaios de verificação e memorial técnico do que foi efetivamente executado.
Projeto de rebaixamento para escavações: vazão de bombeamento, sistema adequado ao solo, controle de recalques no entorno e monitoramento de níveis.
Projeto geotécnico de aterros de resíduos: impermeabilização de fundo, drenagem de lixiviado e gás, estabilidade do maciço, cobertura e instrumentação.
Greide e balanço de massas com destinação dos materiais definida por ensaio, verificação de cortes e aterros, subleito e proteção superficial.
Drenagem superficial e profunda dimensionada com hidrologia de projeto e permeabilidade medida: trincheiras, drenos sub-horizontais, filtros e amortecimento.
Piso de concreto dimensionado pelo suporte real do subleito, pelas cargas de operação e com juntas, armadura e reforços de borda detalhados em projeto.
Bacia contribuinte delimitada, chuva de projeto por curva IDF, tempo de concentração, vazões de pico e hidrogramas para dimensionar e licenciar a drenagem.
O resultado: parâmetros escolhidos com critério, hipóteses explícitas, soluções compatíveis com a capacidade executiva da obra e recomendações que o gestor consegue transformar em ação.
Programa de investigação, parâmetros, concepção, dimensionamento e detalhamento — um fluxo contínuo, sem perda de informação.
Reconhecemos os casos que pedem CPTu, Vane, DMT ou ensaios especiais de laboratório — e dizemos isso ao cliente antes de projetar sobre incerteza.
Aspecto
Contratação comum
Solução integrada Testesolo
Origem dos parâmetros
Relatórios de terceiros, sem contato com quem investigou.
Investigação planejada e executada pela própria equipe, com parâmetros rastreáveis.
Integração de dados
Pouca integração entre campo, laboratório e projeto.
Ensaios de campo e laboratório integrados e confrontados entre si.
Interpretação
Interpretação limitada; hipóteses implícitas.
Interpretação técnica documentada e definição criteriosa de parâmetros.
Apoio à decisão
Menor apoio à tomada de decisão; foco na entrega do documento.
Apoio a projeto, execução e monitoramento, com engenheiro acessível.
Verificação de desempenho
Sem acompanhamento após a entrega.
Instrumentação e monitoramento verificam o comportamento real da obra.
Em todos os casos, o primeiro passo é o mesmo: entender o problema e verificar se os dados disponíveis são suficientes para decidir.
Descreva sua obra e o problema geotécnico. Um engenheiro da Testesolo avalia os dados disponíveis e retorna com o caminho de projeto ou consultoria mais adequado.